Área de Conhecimento

Nesta secção há o compartilhamento de artigos, textos, opiniões e ideias sobre assuntos que envolvem a nossa sociedade como um todo de forma a permitir o desenvolvimento de uma opinião crítica principalmente sobre situações que envolvem o nosso dia a dia, não apenas como pessoas, em nossas relações mais próximas, bem como aquelas interações profissionais.

A diferença entre o ser e o estar no Mundo Corporativo.

Obvia?

Talvez sim.

Creio que grande parte das pessoas tenha ciência sobre a distinção existente entre os verbos “ser” e “estar”.

No entanto e infelizmente sempre há condicionantes.

O dia a dia corporativo tende a fazer com que muitos de nós cometamos deslizes comportamentais, devido justamente aos equívocos em diferenciar o “ser” e o “estar”.

Quando um profissional está em um cargo importante em uma organização, ou simplesmente atua em uma empresa de destaque, ele pode dispor de uma relevância diferenciada.

Esta situação é caracterizada por outra questão ainda mais efetiva e certa, a temporariedade.

É justamente ao ignorar este quesito, digamos assim, que alguns costumam pecar.

Muitos que “estão” tendem a ver o amanhã como se fosse mais que um “estado”, no caso, cargo, organização ou ambos.

Como que se tivessem o poder de ter transformado o “estar” em “ser”.

O “ser”, este sim possui condições e características muito mais efetivamente voltadas para a perpetuidade.

Quando alguém é (estado do “ser”) costuma ter valores muito mais efetivos.

A materialização também tem algo a ver com isso.

Quem “está” e acha que “é”, dá relevância a situação pontual em que encontra.

O amanhã costuma mostrar a realidade dos fatos, de forma, nem sempre tão esperada por ele.

Quem “é” e acha que “está”, dá relevância em sua perpetuação, cria amortecedores e suportes que certamente irão garantir sua permanência nesta situação.

Tomara que Deus permita que nenhum de nós tenha que passar pela difícil situação de olhar para trás e ver que enquanto “estávamos” não agimos de forma adequada para vivermos quando não “estivermos” mais.

Pois, infelizmente, é isso que acabamos tendo que testemunhar com relação as grandes estrelas do mundo das artes, dos esportes e de outros segmentos.

Muitos acabam padecendo em situações muito tristes.

Certamente, quando viviam seus auges em suas atividades, muitos deles pensavam que “eram” e não que apenas “estavam”.

Mas a verdade, é que no mundo corporativo, todos estamos sujeitos a isso também.

A boa notícia é que sempre há tempo para...