Área de Conhecimento

Nesta secção há o compartilhamento de artigos, textos, opiniões e ideias sobre assuntos que envolvem a nossa sociedade como um todo de forma a permitir o desenvolvimento de uma opinião crítica principalmente sobre situações que envolvem o nosso dia a dia, não apenas como pessoas, em nossas relações mais próximas, bem como aquelas interações profissionais.

E essa tal de Inteligência Emocional, hein?

Mais um conceito, das antigas, que fortemente vem se destacando em nossos dias.

Um conceito dos tempos de Charles Darwin surge no mundo corporativo atualmente como de fosse algo novo, parecendo que cada um de nós jamais tivesse conhecido, tão pouco, colocado em prática.   

Pois não é que mesmo que saibamos disso, o uso indiscriminado, sem qualquer cuidado, tem gerado uma quantidade infinita de conceitos, por mais que possamos estar ouvindo da boca e das atitudes de profissionais altamente experientes.

Mesmo longe de querer ser o dono da verdade, humildemente listo alguns pontos de vista:

O que Inteligência Emocional é? (ou pelo menos deveria ser)

Ser humilde.   

Valorizar a sua experiência e conhecimento de forma irmanada aos dos demais colegas.                                                                

Saber usar do seu cargo, se necessário, para fazer a sua posição prevalecer.

Saber apenas ouvir quando o silêncio é o mais importante.

Não subestimar a relevância da opinião dos membros do grupo.

Colocar sempre os interesses do grupo como sendo os mais relevantes.

Ouvir a todos independentemente de sua relevância e posição no projeto.

Compartilhar discursos e entendimentos junto a todos os membros da equipe.

Se impor quando necessário.

Valorizar as competências e experiências de colegas.

Achar que o outro tem.

O que Inteligência Emocional não é?

Mostrar ser humilde.

Supervalorizar a sua experiência e conhecimento em detrimento dos demais.

Usar do seu cargo de forma explicita para fazer a sua posição prevalecer.

Escutar, mas não ouvir.

Colocar o interesse pessoal a frente.

Colocar qualquer tipo de interesse comercial como sendo mais relevante.

Não ouvir todos os colegas, parceiros e stakeholders em geral. Limitar a escutar a poucos.

Combinar discursos e entendimentos com alguns membros da equipe de forma isolada.

Engolir equívocos em prol de algo (que normalmente nunca vem).

Subvalorizar competências e experiências de colegas.

Achar que o outro não tem.

Enfim, talvez possamos limitar isso tudo a “sempre respeitar as pessoas e a si mesmo”.