Área de Conhecimento

Nesta secção há o compartilhamento de artigos, textos, opiniões e ideias sobre assuntos que envolvem a nossa sociedade como um todo de forma a permitir o desenvolvimento de uma opinião crítica principalmente sobre situações que envolvem o nosso dia a dia, não apenas como pessoas, em nossas relações mais próximas, bem como aquelas interações profissionais.

O que há nas cabeças dos nossos chefes?

Eis um grande mistério.

Será mesmo?

Talvez haja algo óbvio que certamente saibamos.

Todos nós, funcionários, de uma forma, ou de outra, já prevemos, ou temos ao menos um boa referência sobre o que passa pela cabeça de nossos chefes.

Diríamos: “Nada”.

Se o nosso chefe estiver em período de férias rs rs...

Poderíamos afirmar: “Muita besteira”.

No caso de estarmos em discordância com ele.

Seria normal, estarmos certo que haja: “Algo muito ruim”.

Se não gostarmos dele.

Por outro lado, podemos acreditar que exista: “Coisas boas e grandiosas”.

No caso de estarmos em sintonia com ele.

Ou até mesmo que ela tenha: “Muitas ideias inovadoras”.

Ao entender que há muito o que aprender com ele.

A verdade, ao que parece, é óbvia.

Saber o que nosso chefe tem em sua cabeça é algo muito fácil.

Certamente depende de nosso próprio estado de espirito.

E se for mesmo verdade, por mais paradoxal que possa ser, o que o nosso chefe tem em sua cabeça é o que nós queremos que ele tenha.

Criamos em nossa própria cabeça razões que tendem a nos dar subsídios sobre as ações daqueles que, imaginamos, ter controle sob nosso progresso profissional.

Mesmo que seja involuntário, se bem que acredito que às vezes isto seja feito de forma deliberada, é normal para muitos de nós terceirizar responsabilidades.

Se estamos passando por algum desconforto profissional é natural que concentremos as razões por tal situação em nosso chefe.

Neste caso, a cabeça dele passa a estar repleta de coisas ruins, fúteis e sem qualquer importância.

Por outro lado, se acreditamos estar em boas situações, o nosso chefe, aliás, a sua cabeça, passa a ser privilegiada, digna de um verdadeiro e promissor líder.

Talvez existam profissionais que saibam claramente diferenciar sua situação junto as expectativas quanto as competências presentes em seus chefes, no entanto, esta visão míope está muito presente em nosso dia a dia.

Certamente há uma solução muita prática que pode fazer diferença.

Se pudesse sugerir algo seria, talvez, fosse, “...esquecer”.

Afinal, não importa o que passa pela cabeça de nosso chefe e sim o que passa pela nossa.

Devemos ser dependentes daquilo que acontece em nós mesmos.

Acreditar que nosso sucesso ou fracasso esteja associado a uma pessoa, chefe ou algo similar, é minimizar, e muito, as nossas potencialidades.

Um grande equívoco que pode servir, apenas para comprovar o que realmente temos em nossas próprias cabeças.

... e neste caso, algo nada bom.