Área de Conhecimento

Nesta secção há o compartilhamento de artigos, textos, opiniões e ideias sobre assuntos que envolvem a nossa sociedade como um todo de forma a permitir o desenvolvimento de uma opinião crítica principalmente sobre situações que envolvem o nosso dia a dia, não apenas como pessoas, em nossas relações mais próximas, bem como aquelas interações profissionais.

Raiva, o retrato mais fiel do pior que podemos ser

Raiva, algo muito forte, não?

 

Segundo alguns dicionários, um sentimento contra alguém ou situação.

 

Para muitos, algo que aparece quando nos sentimos feridos, ameaçados ou agredidos naquilo que pode ser mais relevante até mesmo que uma agressão física, talvez por atingir o ego.

 

Pois bem, seja o que for, a raiva é sempre algo que não deve ser propagado, tão pouco estimulado.

 

Não há como negar que o significado é algo difícil de ser definido claramente, talvez apenas menos complicado que o próprio controle dela.

 

Uma coisa, no entanto é clara, a raiva é algo tão forte que tem a capacidade de expor o que há de pior em uma pessoa.

 

Aliás, o pior apenas não, os piores... e são muitos: o descontrole, o desequilíbrio, a culpa, o mal, a revanche e tantas outras...

 

Por outro lado, nos permite algo engrandecedor também, quando a controlamos.

 

O controle da raiva nos protege, nos faz evoluir e principalmente, nos fortalece perante qualquer situação sobre o qual ficamos submetidos.

 

Em nossa vida pessoal ela surge, normalmente, por motivos fúteis e simples, reforçado pelo convívio constante com nossos entes e amigos.

 

Sim, a intimidade, potencializa sentimentos extremos, de amor e ódio, no caso raiva.

 

Outras vezes, em situações que envolvem relacionamentos amorosos, possui estreita relação com a nossa estima, ou mais exatamente a baixa estima provocada por decisões contrárias aos nossos desejos.

 

É quando a raiva mais se aproxima de sua maior antítese, o amor.

 

Já nas relações profissionais, o próprio ambiente corporativo nos faz definir certos controles mínimos, que existem apenas para, “ manter nossos empregos”, porque não pega bem.

 

É verdade, as regras no ambiente de trabalho nos dão alguns limites quanto a “controlar a nossa raiva”.

 

Exatamente diante este tipo de situação, que muitos, equivocadamente, sinalizam, que explicitá-la é uma forma de descarregar energia negativa e não se “corroer” internamente.

 

Aliás, tudo é justifcativa e todas devem ser respeitadas, mas a verdade mesmo é que devemos evitar fazer qualquer coisa que nos seja prejudicial, em quaisquer ambientes em que fazemos parte.

 

Afinal, uma afirmação pode ser feita: Ter Raiva dá Ruga.... e pronto.